Admite Israel uso de armas prohibidas contra Gaza

Israel empleó bombas de fósforo blanco —prohibidas por los convenios internacionales— durante la agresión a la Franja de Gaza entre diciembre de 2008 y enero de 2009

Juventud Rebelde
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2 de Febrero del 2010 0:02:02 CDT

TEL AVIV, febrero 1.— Israel empleó bombas de fósforo blanco —un arma prohibida por los convenios internacionales— durante la agresión a la Franja de Gaza entre diciembre de 2008 y enero de 2009, de acuerdo con una información del gobierno sionista acerca de dos oficiales que serán sometidos a una «acción disciplinaria» por el uso de estos medios de exterminio.

Según el corresponsal del diario español El País, es la primera vez que el gobierno sionista admite, aunque lo califique de error, el uso inadecuado de esa munición. El viernes, cumplido el plazo fijado en el informe elaborado por el juez sudafricano Richard Goldstone para que Israel presentara su propia investigación, el secretario general de la ONU, Ban Ki Moon, abordará el expediente.

Se cierne sobre Israel el riesgo de que el caso termine en el Consejo de Seguridad y, eventualmente, aunque es muy improbable, ante el Tribunal Internacional de Justicia.

Se ignoran las eventuales sanciones contra los oficiales, en el caso de que finalmente se impongan, sobre todo porque el Estado Mayor ha negado que los citados uniformados hayan sido siquiera interrogados.

El fósforo blanco se empleó profusamente en zonas habitadas, porque en Gaza la densidad de población es de las más altas del mundo. La destrucción de la infraestructura económica de la Franja durante la ofensiva fue descomunal —cientos de fábricas, escuelas, hospitales y unas 20 000 viviendas fueron arrasadas o dañadas severamente—y, de los casi 1 400 muertos palestinos, la mayoría eran civiles ajenos a la contienda.

Según el informe israelí, los proyectiles de fósforo se lanzaron contra unas instalaciones de la Agencia de las Naciones Unidas para los Refugiados, donde se guarecían cientos de civiles palestinos en el barrio de Tel el Hawa, en la ciudad de Gaza.

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    1. 1

      Emir Amed - 2 de Febrero del 2010 13:05:54 CDT

      O corpo editorial do nosso excelente Juventud nem pode imaginar a luta que nós realizamos aquí no Brasil contra o apoio ostensivo e desavergonhado dos jornais da burguesia imperialista deu aos bombardeios genocidas dos sionistas contra a faixa de Gaza e seu heróico povo.Foi uma luta titânica entre David e Golias como já dissera nosso Fidel e todo este material de resistência foi remetido para o delinquente jornal , mais do que conservador,neofascista, O Globo, onde cada colunista , cada editorialista das diversas Secções, manteve a linha geral dos seus patrões e donos, de apoio incondicional aos ataques sionistas-fascistas de um Estado, que desde o início tem sido a "ponta-de-lança" do Imperialismo norte-americano e de seus comparsas e lacaios do "ocidente", proprietários dos principais meios de comunicação e dos grandes capitais judáicos que dominam , de uma forma ou de outra , as finanças internacionais e contribuem para a tentativa de hegemonia e domínio geo-político do Oriente Médio e Próximo.Inclusive jornalistas de perfil tido como "progressista" engrossaram a crueldade e desumanidade dos fascistas que utilizam como chantagem eterna a desgraça do holocausto que os judeus sofreram nas "patas" do nazi-fascismo.E, os"herdeiros do holocausto" fingem não se darem conta de que estão se "vingando" da história sobre um povo que luta pela formação de seu estado independente e soberano e que tem no seu dia-a-dia perdido imensas faixas de território com os chamados "assentamentos".Alí se realiza dia-a-dia crimes contra humanidade e esses "órgãos de informação"(?) e as Comissões e Tribunais Internacionais não ousam liberar ordem de prisão para todos os integrantes do governo sionista-fascista sejam militares, sejam civís.O medo à influência internacional dos "lobbies" judáicos , inclusive nos Parlamentos está atando de maneira desavergonhada as mãos e consciências de pessoas e instituições que poderiam perfeitamente punir a horda dos bárbaros israelenses.Quando fui "consejal" ou "delegado" da cidade do Rio de Janeiro cumpri com meu dever político-ideológico e elaborei Lei e Determinações de apoio ao povo Palestino e sua permanente luta pela formação do seu Estado lívre e soberano e contra a violência e as arbitrariedades fascistas do Estado sionista como quando daquele indigitado episódio histórico de Sabra e Chatila dizimados pelas "pandilhas" sionistas.O assassinato , perseguição e a destruição permanente causados por estes delinquentes e bandidos contra os valentes palestinos,além do bloqueio permanente que sofrem já deveria ter sido de há muito punidos de várias maneiras pela " Comunidade Internacional" e, em particular pelo mundo árabe-islâmico , como por exemplo o corte imediato de petróleo e gás e impedimento de passagem de dutos por territórios árabes-islâmicos no Oriente Médio.Os investimentos de capitais judáicos também poderiam ser investigados nos países em que se encontram de forma corajosa, posto que de forma direta ou indireta compactuam com a dominação dos soldados e "colonos" de Israel sobre os territórios árabes-palestinos . A Liga Árabe e a Liga dos Muçulmanos deveriam agir mais efetivamente e sair das palavras de condenação para uma ação mais eficáz pois os monarcas e dirigentes árabes são bastante poderosos para assim agirem de forma política e dissuação econômico-financeira que "doerá" profundamente nos "bolsos e nas contas bancárias" dos sicários sionistas.E mais, dar todo o apoio para aqueles autênticos judeus patriotas , progressistas e de esquerda que lutam pela Paz , pela formação do Estado Nacional Palestino , pela retirada de soldados e invasores civís das terras árabes, pela devolução das terras conquistadas durante as guerras e pelo retorno dos "expatriados" palestinos que se abrigam em acampamentos de outros territórios árabes islâmicos.Somente assim a Paz vicejará sobre as terras dos ancestrais semitas e se eliminará o ponto de tensão mais sério que ameaça povos e planeta.No entanto, a questão é :isto interessa ao Complexo Militar-Industrial do Imperialismo? Do Brasil-prof.Emir Amed.

      Un niño palestino quemado en el rostro por fósforo blanco arrojado por Israel. Foto: Juventud Rebelde

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